Art. 232 do Código Civil
Lei 10.406/2002 · Livro III — Dos Fatos Jurídicos › Título V — Da Prova
Texto vigente
Art. 232. A recusa à perícia médica ordenada pelo juiz poderá suprir a prova que se pretendia obter com o exame.
Em linguagem simples
Estabelece que a recusa em realizar uma perícia médica determinada pelo juiz pode ter o mesmo valor da prova que o exame pretendia demonstrar.
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Na jurisprudência
86 acórdãos citam o art. 232 do Código Civil na ementa, na nossa base de decisões dos tribunais do país. Os mais recentes:
STJ, AREsp 2672821, Rel. Min. JOÃO OTÁVIO DE NORONHA, QUARTA TURMA, j. 24/11/2025
DIREITO CIVIL. AGRAVO EM RECURSO ESPECIAL. INVESTIGAÇÃO DE PATERNIDADE. PRESUNÇÃO RELATIVA DE PATERNIDADE. INSUFICIÊNCIA DE PROVAS. AGRAVO EM RECURSO ESPECIAL DESPROVIDO. I. Caso em exame 1. Agravo em recurso especial interposto contra decisão que inadmitiu recurso especial por incidência da Súmula n. 7 do STJ e por ausência de identidade fática entre os julgados confrontados. II. Questão em discussão 2. A questão em discussão consiste em saber se a recusa ou esquiva injustificada do réu em se submeter ao exame de DNA gera presunção de paternidade, mesmo na ausência de indícios mínimos de relacionamento entre as partes. III. Razões de decidir 3. A Súmula n. 301 do STJ estabelece presunção relativa de paternidade em caso de recusa injustificada ao exame de DNA, mas tal presunção deve ser apreciada em conjunto com os demais elementos probatórios. Precedentes. 4. No caso concreto, o Tribunal de origem concluiu pela ausência de elementos probatórios mínimos que indiquem a existência de relacionamento entre a mãe do autor e o réu à época da concepção, o que impede a aplicação da presunção de paternidade. Incidência da Súmula n. 83 do STJ. 5. A análise do conjunto probatório para alterar a conclusão do acórdão recorrido demandaria reexame de fatos e provas, vedado em recurso especial pela Súmula n. 7 do STJ. 6. A parte agravante não realiz ou o cotejo analítico necessário para comprovar a similitude fática entre os julgados, inviabilizando o conhecimento do recurso especial pela alínea c do art. 105, III, da Constituição Federal. 7. A incidência de óbices sumulares impede o conhecimento do recurso especial por divergência jurisprudencial sobre a mesma questão. IV. Dispositivo e tese 8. Resultado do Julgamento: Agravo em recurso especial não provido. Tese de julgamento: "1. Não se conhece do recurso especial quando a orientação do Tribunal se firmou no mesmo sentido da decisão recorrida (Súmula n. 83 do STJ). 2. A revisão de matéria fático-probatória é vedada em recurso especial, conforme Súmula n. 7 do STJ". Dispositivos relevantes citados: CPC, art. 344; CC, arts. 231 e 232. Jurisprudência relevante citada: STJ, Súmulas n. 7 e 83; STJ, REsp n. 1.272.691/SP, Ministra Nancy Andrighi, Terceira Turma, julgado em 5/11/2013; STJ, AgInt no REsp n. 1.651.067/RS, Ministro Raul Araújo, Quarta Turma, julgado em 11/2/2020; STJ, AgInt no AREsp n. 1.501.471/PR, Ministro Raul Araújo, Quarta Turma, julgado em 23/5/2022.
Publicação oficialSTJ, AREsp 2954555, Rel. Min. MOURA RIBEIRO, TERCEIRA TURMA, j. 13/10/2025
CIVIL. AGRAVO EM RECURSO ESPECIAL. FAMÍLIA. INVESTIGAÇÃO DE PATERNIDADE. RECUSA REITERADA E DESIDIOSA DO GENITOR NA REALIZAÇÃO DO EXAME DE DNA. ARTS. 231 E 232 DO CC e SÚMULA Nº 301 DO STJ, PRETENSÃO RECURSAL QUE ESBARRA NAS SÚMULAS N. 7 E 83 DO STJ. DISSÍDIO JURISPRUDENCIAL PREJUDICADO. AGRAVO CONHECIDO PARA NÃO CONHECER DO RECURSO ESPECIAL. 1. Constou expressamente do acórdão estadual que considerando o conjunto probatório (o apelante conhecia a requerida há 40 anos - tempo semelhante a idade da apelada), a incidência da presunção prevista nos artigos 231 e 232 do CC e o não comparecimento injustificado do réu, para a submissão ao exame de DNA, por diversas vezes (com expressa manifestação em audiência pelo desinteresse na prova pericial), deve ser mantida a sentença que julgou procedente o pedido inicial, reconhecendo a paternidade do réu relativamente à autora/apelante. Rever suas conclusões na presente via encontra óbice na Súmula nº 7 do STJ. 2. O Tribunal estadual decidiu alinhado à jurisprudência desta Corte no sentido de que a recusa injustificada da parte de se submeter ao exame de DNA induz presunção relativa de paternidade, nos termos da Súmula 301 do STJ. No ponto, aplica-se a Súmula nº 83 do STJ. 3. A aplicação dos verbetes n. 7 e 83 do STJ acima citados, impede o conhecimento da irresignação recursal fundada na alínea c da permissão constitucional 4. Agravo conhecido. Recurso especial não conhecido.
Publicação oficialSTJ, AgInt nos EDcl no AgInt no AREsp 2158522, Rel. Min. MARIA ISABEL GALLOTTI, QUARTA TURMA, j. 25/09/2023
AGRAVO INTERNO NO AGRAVO EM RECURSO ESPECIAL. DIREITO CIVIL. DIREITO DE FAMÍLIA. INVESTIGAÇÃO DE PATERNIDADE. RECUSA REITERADA E DESIDIOSA DO GENITOR NA REALIZAÇÃO DO EXAME DE DNA. ART. 232 DO CÓDIGO CIVIL. SÚMULA 301 DO STJ. PRECEDENTES DO STJ. TRIBUNAL DE ORIGEM COM MESMO ENTENDIMENTO. SÚMULA 83 DO STJ. AGRAVO INTERNO NÃO PROVIDO. 1. A legislação processual (932 do CPC/15, c/c a Súmula 568 do STJ) permite ao relator julgar monocraticamente recurso inadmissível ou, ainda, aplicar a jurisprudência consolidada deste Tribunal. Ademais, a possibilidade de interposição de recurso ao órgão colegiado afasta qualquer alegação de ofensa ao princípio da colegialidade. 2. "A recusa à perícia médica ordenada pelo juiz poderá suprir a prova que se pretendia obter com o exame" (art. 232 do Código Civil). 3. O acórdão recorrido está em harmonia com a orientação desta Corte no sentido de que a recusa injustificada da parte de se submeter ao exame de DNA induz presunção relativa de paternidade, nos termos da Súmula 301/STJ. Incidência da Súmula 83 do STJ. 4. Entendeu o Tribunal de origem que a ora agravante adotou comportamento desidioso, com reiteradas recusas em proceder à realização do exame de DNA, o que gerou presunção de paternidade. Derruir tal constatação demandaria reexame de matéria fático-probatória, providência vedada na presente instância recursal, nos termos da Súmula 7/STJ. 5. Para a caracterização do dissídio jurisprudencial, nos termos do art. 1.029, §1º, do Código de Processo Civil de 2015 e 255, §§ 1º e 3º, do Regimento Interno do Superior Tribunal de Justiça, é necessária a demonstração da similitude fática e da divergência na interpretação do direito entre os acórdãos confrontados, não bastando a simples transcrição de ementas. Precedentes. 6. Agravo interno a que se nega provimento.
Publicação oficialTJPI, Apelação Cível 0800462-33.2018.8.18.0060, Rel. Relatório Apelação Cível, 4ª Câmara Especializada Cível, j. 02/06/2025, DJEN 15/10/2026
APELAÇÃO CÍVEL. AÇÃO DE INVESTIGAÇÃO DE PATERNIDADE. RECONHECIMENTO DA FILIAÇÃO. RECUSA REITERADA DO INVESTIGADO À REALIZAÇÃO DE EXAME DE DNA. PROVA TESTEMUNHAL CORROBORATIVA. SÚMULA 301 DO STJ. PRELIMINAR DE NULIDADE. JUNTADA DE FOTOGRAFIAS DE FAMILIARES DO INVESTIGADO. AUSÊNCIA DE PREJUÍZO CONCRETO. SOBRESTAMENTO DO FEITO. PREJUDICIALIDADE EXTERNA. AÇÃO DE RETIFICAÇÃO DE REGISTRO CIVIL. JULGAMENTO DE IMPROCEDÊNCIA COM TRÂNSITO EM JULGADO. CAUSA SUSPENSIVA SUPERADA. MANUTENÇÃO DA SENTENÇA. RECURSO NÃO PROVIDO. I. Caso em exame Apelação interposta contra sentença que julgou procedente ação de investigação de paternidade, reconhecendo ANTÔNIO CARNEIRO NETO como pai de LUZIA SILVA DAMASCENO. II. Questão em discussão Discute-se: (i) a alegada nulidade decorrente da juntada de fotografias de familiares do investigado e sua utilização durante a oitiva das testemunhas; e (ii) a suficiência da recusa do investigado ao exame de DNA, considerada em conjunto com as demais provas, para o reconhecimento da paternidade. III. Razões de decidir A recusa injustificada do suposto pai à realização do exame de DNA autoriza a presunção relativa de paternidade, nos termos da Súmula 301 do STJ e do art. 2º-A, parágrafo único, da Lei nº 8.560/1992. No caso, a presunção decorrente da recusa não se encontra isolada, havendo prova testemunhal acerca do relacionamento mantido entre o investigado e a mãe da autora. A juntada das fotografias não enseja nulidade, ausente demonstração de prejuízo concreto e considerando que o reconhecimento da paternidade decorreu da apreciação do conjunto probatório. O feito foi suspenso em razão da pendência da Ação de Retificação de Registro Civil nº 0800767-43.2022.8.18.0103, cuja sentença de improcedência transitou em julgado, estando superada a causa prejudicial que justificara o sobrestamento. IV. Dispositivo e tese Recurso conhecido e não provido. Sentença mantida. Tese de julgamento: A recusa injustificada do suposto pai à realização do exame de DNA, quando corroborada pelos demais elementos probatórios dos autos, autoriza o reconhecimento da paternidade. V. Dispositivos relevantes citados – Código Civil, arts. 231 e 232; – Código de Processo Civil, arts. 313, V, “a”, e 487, I; – Lei nº 8.560/1992, art. 2º-A, parágrafo único
Publicação oficialTJSP, Embargos de Declaração Cível 1007194-44.2023.8.26.0223, Rel. Eduardo Francisco Marcondes, 10ª Câmara Direito Privado, DJEN 14/10/2026
DIREITO CIVIL E PROCESSUAL CIVIL. EMBARGOS DE DECLARAÇÃO. AÇÃO NEGATÓRIA DE PATERNIDADE CUMULADA COM ANULAÇÃO DE REGISTRO CIVIL. ALEGAÇÃO DE OMISSÃO E CONTRADIÇÃO. VÍCIOS NÃO CONFIGURADOS. EMBARGOS CONHECIDOS E NÃO ACOLHIDOS.I. CASO EM EXAME1. EMBARGOS DE DECLARAÇÃO OPOSTOS CONTRA ACÓRDÃO QUE, POR MAIORIA DE VOTOS, NEGOU PROVIMENTO À APELAÇÃO E MANTEVE A IMPROCEDÊNCIA DOS PEDIDOS DE DESCONSTITUIÇÃO DA PATERNIDADE REGISTRAL E DE ANULAÇÃO DO REGISTRO CIVIL, DIANTE DA AUSÊNCIA DE PROVA DO VÍCIO DE CONSENTIMENTO E DA EXISTÊNCIA DE VÍNCULO SOCIOAFETIVO.2. O EMBARGANTE SUSTENTA OMISSÃO QUANTO AO RESP N.º 1.741.849/SP, À CONFIGURAÇÃO DO ERRO SUBSTANCIAL, AOS EFEITOS DA RECUSA DO EMBARGADO AO EXAME DE DNA E AO ALEGADO ESVAZIAMENTO DA PATERNIDADE SOCIOAFETIVA. APONTA CONTRADIÇÃO NA DISTINÇÃO REALIZADA EM RELAÇÃO À SÚMULA N.º 301 DO SUPERIOR TRIBUNAL DE JUSTIÇA E REQUER O PREQUESTIONAMENTO DOS DISPOSITIVOS INDICADOS.II. QUESTÃO EM DISCUSSÃO3. HÁ QUATRO QUESTÕES EM DISCUSSÃO: (I) SABER SE O ACÓRDÃO FOI OMISSO POR NÃO EXAMINAR O RESP N.º 1.741.849/SP, ADOTADO NO VOTO DIVERGENTE; (II) SABER SE HOUVE OMISSÃO QUANTO À TESE DE CONFIGURAÇÃO DO ERRO SUBSTANCIAL INDEPENDENTEMENTE DE CONDUTA DOLOSA DA GENITORA; (III) SABER SE FORAM EXAMINADOS OS EFEITOS DA RECUSA AO EXAME DE DNA E O ALEGADO ESVAZIAMENTO DA PATERNIDADE SOCIOAFETIVA; E (IV) SABER SE A DISTINÇÃO REALIZADA EM RELAÇÃO À SÚMULA N.º 301 DO SUPERIOR TRIBUNAL DE JUSTIÇA CONTÉM CONTRADIÇÃO.III. RAZÕES DE DECIDIR4. O VOTO VENCIDO INTEGRA O ACÓRDÃO PARA TODOS OS FINS LEGAIS, INCLUSIVE DE PREQUESTIONAMENTO, NOS TERMOS DO ART. 941, § 3.º, DO CPC, MAS ESSA REGRA NÃO IMPÕE AO VOTO VENCEDOR A REFUTAÇÃO INDIVIDUAL DE TODOS OS FUNDAMENTOS DESENVOLVIDOS NA DECLARAÇÃO DE VOTO DIVERGENTE.5. O RESP N.º 1.741.849/SP NÃO FOI INVOCADO NAS RAZÕES DE APELAÇÃO E APRESENTA DISTINÇÕES EM RELAÇÃO AO CASO EXAMINADO, NO QUAL NÃO HOUVE PRODUÇÃO DE EXAME GENÉTICO NEM DEMONSTRAÇÃO SEGURA DO DESCONHECIMENTO, PELO EMBARGANTE, DA POSSIBILIDADE DE INEXISTÊNCIA DO VÍNCULO BIOLÓGICO AO TEMPO DO REGISTRO.6. A DISTINÇÃO REALIZADA EM RELAÇÃO À SÚMULA N.º 301 DO SUPERIOR TRIBUNAL DE JUSTIÇA DESTINOU-SE A DEFINIR O ALCANCE PROBATÓRIO DA RECUSA AO EXAME DE DNA, POIS A SÚMULA DISCIPLINA AÇÃO INVESTIGATÓRIA DE PATERNIDADE, ENQUANTO O CASO EXAMINADO SE REFERE A AÇÃO NEGATÓRIA PROPOSTA PELO PAI REGISTRAL.7. O ACÓRDÃO EXAMINOU A ALEGAÇÃO DE ERRO SUBSTANCIAL E CONCLUIU QUE OS ELEMENTOS APRESENTADOS NÃO DEMONSTRAVAM VÍCIO CONTEMPORÂNEO AO REGISTRO. A REFERÊNCIA À AUSÊNCIA DE CONDUTA CONCRETA DA GENITORA APTA A INDUZIR O EMBARGANTE A ERRO NÃO EQUIVALE À EXIGÊNCIA DE PROVA DE DOLO.8. A RECUSA AO EXAME DE DNA FOI VALORADA COMO ELEMENTO CAPAZ DE GERAR PRESUNÇÃO RELATIVA SOBRE A INEXISTÊNCIA DO VÍNCULO BIOLÓGICO. ESSA CIRCUNSTÂNCIA, CONTUDO, NÃO COMPROVA POR SI SÓ O VÍCIO DE CONSENTIMENTO NEM AFASTA AUTOMATICAMENTE A FILIAÇÃO SOCIOAFETIVA.9. O DISTANCIAMENTO ENTRE AS PARTES TAMBÉM FOI APRECIADO. O ACÓRDÃO CONCLUIU QUE A AUSÊNCIA POSTERIOR DE CONVIVÊNCIA NÃO APAGAVA AUTOMATICAMENTE A RELAÇÃO PATERNO-FILIAL ANTERIORMENTE CONSTITUÍDA, O EXERCÍCIO DA FUNÇÃO PATERNA DURANTE ANOS E OS EFEITOS DO VÍNCULO NA IDENTIDADE DO FILHO.10. A DISCORDÂNCIA COM A INTERPRETAÇÃO JURÍDICA E COM A VALORAÇÃO DO CONJUNTO PROBATÓRIO NÃO CARACTERIZA OMISSÃO, CONTRADIÇÃO, OBSCURIDADE OU ERRO MATERIAL. O PREQUESTIONAMENTO OBSERVA O REGIME DO ART. 1.025 DO CPC, SEM NECESSIDADE DE ACOLHIMENTO DOS EMBARGOS OU DE MENÇÃO INDIVIDUAL A TODOS OS DISPOSITIVOS INDICADOS.IV. DISPOSITIVO E TESE11. EMBARGOS DE DECLARAÇÃO CONHECIDOS E NÃO ACOLHIDOS.TESE DE JULGAMENTO: “1. A INTEGRAÇÃO DO VOTO VENCIDO AO ACÓRDÃO, NOS TERMOS DO ART. 941, § 3.º, DO CPC, NÃO IMPÕE AO VOTO VENCEDOR A REFUTAÇÃO INDIVIDUAL DE TODOS OS FUNDAMENTOS DESENVOLVIDOS NA DECLARAÇÃO DE DIVERGÊNCIA. 2. A PRETENSÃO DE REDISCUTIR A INTERPRETAÇÃO JURÍDICA E A VALORAÇÃO DA PROVA NÃO SE ENQUADRA NAS HIPÓTESES DO ART. 1.022 DO CPC.”DISPOSITIVOS RELEVANTES CITADOS: CC, ARTS. 231, 232 E 1.604; CPC, ARTS. 373, I, 489, § 1.º, IV, 941, § 3.º, 1.022 E 1.025.JURISPRUDÊNCIA RELEVANTE CITADA: STJ, RESP N.º 1.741.849/SP; STJ, SÚMULA N.º 301
Publicação oficial
Texto do Planalto (Lei 10.406/2002), atualizado com as alterações publicadas; a redação revogada não é exibida. Em caso de dúvida, prevalece o texto publicado no Diário Oficial da União.